Autor Tópico: Geral!  (Lida 24394 vezes)

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Offline BrunNa

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Re:Geral!
« Responder #45 em: 13 de Abril de 2009, 12:01 »
Deixa-os olhar!

Eu tamem faço muitas figuras tristes quando estou a tentar passar a rebentação ! mas cago nisso.. quero e surfar..

Sem se dar uns trambolhoes nao aprendemos.  :cool:
Bora surfar mase :O

senhor do bigode

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Re:Geral!
« Responder #46 em: 13 de Abril de 2009, 19:59 »
Deixa-os olhar!

Eu tamem faço muitas figuras tristes quando estou a tentar passar a rebentação ! mas cago nisso.. quero e surfar..

Sem se dar uns trambolhoes nao aprendemos.  :cool:

mai nada!!

Offline (s)low rider

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Fico contente
« Responder #47 em: 14 de Abril de 2009, 18:55 »
É com imenso prazer que vejo que o desafio que lancei ao Actimel tem colhido várias participações e anda tão animado. Eu sabia que poderia ser um tópico útil porque, como muitos de vocês, ando por aí e vejo os kotas como eu e dar-lhe. Como alguns de vocês sabem tenho 46 anos e sou local do P.A. em Gaia. Surfo todo o ano e sempre que posso viajo à procura de ondas.
A primeira vez que fui para o mar (com muita vergonha minha) foi numa coisa bicuda com quilhas. Isto foi há mais de 20 anos atirado pelo meu irmão para Rocky point em cima duma spyder (shaped by roger). Não gostei da experiência e logo que pude adquiri o material de Bodyboard a um amigo desiludido com a modalidade. A minha primeira prancha foi uma Morey match 7.7 com a qual andei anos e que ainda há pouco tempo emprestava a quem queria aprender.
Por uma série de acasos quis a vida que não fosse possível manter a minha vontade de fazer ondas de forma regular. Em 94 estive a trabalhar na Madeira e de repente percebi que para além de um grupo de eleitos ainda ninguém tinha percebido a potencialidade da Ilha para o surf. Posso assim afirmar que devo ter sido dos primeiros (não o primeiro) a deslizar deitado numa pequena prancha nas ondas do Jardim do Mar; S, Vicente, muitas vezes em Porto da Cruz e até em Machico quando o mar estava grande na costa norte. Nessa altura o Alberto João ainda não tinha furado a ilha toda com auto-estradas e ir a S. Vicente ou ao Jardim do Mar demorava horas.
Passados esses tempos da Madeira em que evolui um pouco, sempre à minha custa, tive um novo interregno prolongado de mais un anos e só retomei a prática do Bodyboard no ano de 1999 quando regressei à minha terra Natal - Porto.  A início começei devagar e sempre sózinho. Só entrava na minha praia, era só bicudos, ninguém me dizia o que tinha de fazer e todos me sugeriam que passasse a descer ondas em pé. Aprendi por mim e com muitos erros mas comecei a gostar e a entrar cada vez mais vezes e em mar cada vez maior.
Comecei a viajar um pouco corri de novo as praias todas do país. Percebi que praias como a do Amado onde no início dos anos 90 não encontrei quase vivalma se tinham tornado infernais. Em 2005 fui ao Brasil - Nordeste e passei 7 dias a surfar de manhã à noite.
Entretanto começei também a surfar fora da minha praia P.A e a procurar soluções para surfar todo o ano. Nem que para isso tenha de entrar em Matosinhos naquela água suja. Comprei o meu primeiro 4.3 porque até ali surfava no Inverno com o meu velhinho Rip Curl 3.2 core. Começei também a mudar de prancha e foi quando pedi ajuda ao Marcio em Espinho que percebi que surfava com uma prancha 2 pontos acima do que eu preciso. Andava com uma 42 quando não preciso mais do que uma 40.
O meu surf começou a evoluir e começei a convencer amigos a entrar comigo. Agora somos mais que muitos e muitos entre os 30 e os 40 anos.
Também corro regularmente e alinho em corridas de amadores entre os 10.000 m e a meia maratona, mas a minha paixão é o Bodyboard e não preciso de vos contar as sensações que tenho tido por cá e por esse mundo fora. As melhores ondas da minha vida apanhei-as em Pasta Point - Maldivas, mas já tive sensações inexplicáveis em Portugal como surfar Silvalde ao fim da tarde com mais 2 amigos ondas perfeitas. Já toquei a placa do km zero em Theaupoo no Tahiti e já me perdi nos campos da cana de açucar para ir surfar perto de uma reserva de indios no Nordeste (Baia da Traição). Só vos posso dizer que o Bodyboard empresta à minha existência o que mais coisa nenhuma me pode dar nesta fase da minha vida.
Conto continuar a descer ondas até não mais me ser possível. Obrigado pela vossa adesão a este tópico e continuem a dar-lhe.

Offline tracas

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Re:Geral!
« Responder #48 em: 14 de Abril de 2009, 19:16 »
Muito bem é com esse espírito que todos temos que ter, parabéns e continua eu começei a pouco tempo e adoro está espriençia do bb boas ondas a todos!!! :wink:

Offline BB Lord

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Re:Fico contente
« Responder #49 em: 14 de Abril de 2009, 19:18 »
É com imenso prazer que vejo que o desafio que lancei ao Actimel tem colhido várias participações e anda tão animado. Eu sabia que poderia ser um tópico útil porque, como muitos de vocês, ando por aí e vejo os kotas como eu e dar-lhe. Como alguns de vocês sabem tenho 46 anos e sou local do P.A. em Gaia. Surfo todo o ano e sempre que posso viajo à procura de ondas.
A primeira vez que fui para o mar (com muita vergonha minha) foi numa coisa bicuda com quilhas. Isto foi há mais de 20 anos atirado pelo meu irmão para Rocky point em cima duma spyder (shaped by roger). Não gostei da experiência e logo que pude adquiri o material de Bodyboard a um amigo desiludido com a modalidade. A minha primeira prancha foi uma Morey match 7.7 com a qual andei anos e que ainda há pouco tempo emprestava a quem queria aprender.
Por uma série de acasos quis a vida que não fosse possível manter a minha vontade de fazer ondas de forma regular. Em 94 estive a trabalhar na Madeira e de repente percebi que para além de um grupo de eleitos ainda ninguém tinha percebido a potencialidade da Ilha para o surf. Posso assim afirmar que devo ter sido dos primeiros (não o primeiro) a deslizar deitado numa pequena prancha nas ondas do Jardim do Mar; S, Vicente, muitas vezes em Porto da Cruz e até em Machico quando o mar estava grande na costa norte. Nessa altura o Alberto João ainda não tinha furado a ilha toda com auto-estradas e ir a S. Vicente ou ao Jardim do Mar demorava horas.
Passados esses tempos da Madeira em que evolui um pouco, sempre à minha custa, tive um novo interregno prolongado de mais un anos e só retomei a prática do Bodyboard no ano de 1999 quando regressei à minha terra Natal - Porto.  A início começei devagar e sempre sózinho. Só entrava na minha praia, era só bicudos, ninguém me dizia o que tinha de fazer e todos me sugeriam que passasse a descer ondas em pé. Aprendi por mim e com muitos erros mas comecei a gostar e a entrar cada vez mais vezes e em mar cada vez maior.
Comecei a viajar um pouco corri de novo as praias todas do país. Percebi que praias como a do Amado onde no início dos anos 90 não encontrei quase vivalma se tinham tornado infernais. Em 2005 fui ao Brasil - Nordeste e passei 7 dias a surfar de manhã à noite.
Entretanto começei também a surfar fora da minha praia P.A e a procurar soluções para surfar todo o ano. Nem que para isso tenha de entrar em Matosinhos naquela água suja. Comprei o meu primeiro 4.3 porque até ali surfava no Inverno com o meu velhinho Rip Curl 3.2 core. Começei também a mudar de prancha e foi quando pedi ajuda ao Marcio em Espinho que percebi que surfava com uma prancha 2 pontos acima do que eu preciso. Andava com uma 42 quando não preciso mais do que uma 40.
O meu surf começou a evoluir e começei a convencer amigos a entrar comigo. Agora somos mais que muitos e muitos entre os 30 e os 40 anos.
Também corro regularmente e alinho em corridas de amadores entre os 10.000 m e a meia maratona, mas a minha paixão é o Bodyboard e não preciso de vos contar as sensações que tenho tido por cá e por esse mundo fora. As melhores ondas da minha vida apanhei-as em Pasta Point - Maldivas, mas já tive sensações inexplicáveis em Portugal como surfar Silvalde ao fim da tarde com mais 2 amigos ondas perfeitas. Já toquei a placa do km zero em Theaupoo no Tahiti e já me perdi nos campos da cana de açucar para ir surfar perto de uma reserva de indios no Nordeste (Baia da Traição). Só vos posso dizer que o Bodyboard empresta à minha existência o que mais coisa nenhuma me pode dar nesta fase da minha vida.
Conto continuar a descer ondas até não mais me ser possível. Obrigado pela vossa adesão a este tópico e continuem a dar-lhe.

grande história, grande tópico, grande ideia!

A propósito, (s)low rider, adorei ler os teus "reports" das viagens, parabens!

Offline actimel

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Re:Geral!
« Responder #50 em: 14 de Abril de 2009, 21:39 »
mais uma vez, obrigado por tudo o que partilhas conosco. uma mais valia para este forum.

Offline wipeout

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Re:Fico contente
« Responder #51 em: 16 de Abril de 2009, 10:32 »
É com imenso prazer que vejo que o desafio que lancei ao Actimel tem colhido várias participações e anda tão animado. Eu sabia que poderia ser um tópico útil porque, como muitos de vocês, ando por aí e vejo os kotas como eu e dar-lhe. Como alguns de vocês sabem tenho 46 anos e sou local do P.A. em Gaia. Surfo todo o ano e sempre que posso viajo à procura de ondas.
A primeira vez que fui para o mar (com muita vergonha minha) foi numa coisa bicuda com quilhas. Isto foi há mais de 20 anos atirado pelo meu irmão para Rocky point em cima duma spyder (shaped by roger). Não gostei da experiência e logo que pude adquiri o material de Bodyboard a um amigo desiludido com a modalidade. A minha primeira prancha foi uma Morey match 7.7 com a qual andei anos e que ainda há pouco tempo emprestava a quem queria aprender.
Por uma série de acasos quis a vida que não fosse possível manter a minha vontade de fazer ondas de forma regular. Em 94 estive a trabalhar na Madeira e de repente percebi que para além de um grupo de eleitos ainda ninguém tinha percebido a potencialidade da Ilha para o surf. Posso assim afirmar que devo ter sido dos primeiros (não o primeiro) a deslizar deitado numa pequena prancha nas ondas do Jardim do Mar; S, Vicente, muitas vezes em Porto da Cruz e até em Machico quando o mar estava grande na costa norte. Nessa altura o Alberto João ainda não tinha furado a ilha toda com auto-estradas e ir a S. Vicente ou ao Jardim do Mar demorava horas.
Passados esses tempos da Madeira em que evolui um pouco, sempre à minha custa, tive um novo interregno prolongado de mais un anos e só retomei a prática do Bodyboard no ano de 1999 quando regressei à minha terra Natal - Porto.  A início começei devagar e sempre sózinho. Só entrava na minha praia, era só bicudos, ninguém me dizia o que tinha de fazer e todos me sugeriam que passasse a descer ondas em pé. Aprendi por mim e com muitos erros mas comecei a gostar e a entrar cada vez mais vezes e em mar cada vez maior.
Comecei a viajar um pouco corri de novo as praias todas do país. Percebi que praias como a do Amado onde no início dos anos 90 não encontrei quase vivalma se tinham tornado infernais. Em 2005 fui ao Brasil - Nordeste e passei 7 dias a surfar de manhã à noite.
Entretanto começei também a surfar fora da minha praia P.A e a procurar soluções para surfar todo o ano. Nem que para isso tenha de entrar em Matosinhos naquela água suja. Comprei o meu primeiro 4.3 porque até ali surfava no Inverno com o meu velhinho Rip Curl 3.2 core. Começei também a mudar de prancha e foi quando pedi ajuda ao Marcio em Espinho que percebi que surfava com uma prancha 2 pontos acima do que eu preciso. Andava com uma 42 quando não preciso mais do que uma 40.
O meu surf começou a evoluir e começei a convencer amigos a entrar comigo. Agora somos mais que muitos e muitos entre os 30 e os 40 anos.
Também corro regularmente e alinho em corridas de amadores entre os 10.000 m e a meia maratona, mas a minha paixão é o Bodyboard e não preciso de vos contar as sensações que tenho tido por cá e por esse mundo fora. As melhores ondas da minha vida apanhei-as em Pasta Point - Maldivas, mas já tive sensações inexplicáveis em Portugal como surfar Silvalde ao fim da tarde com mais 2 amigos ondas perfeitas. Já toquei a placa do km zero em Theaupoo no Tahiti e já me perdi nos campos da cana de açucar para ir surfar perto de uma reserva de indios no Nordeste (Baia da Traição). Só vos posso dizer que o Bodyboard empresta à minha existência o que mais coisa nenhuma me pode dar nesta fase da minha vida.
Conto continuar a descer ondas até não mais me ser possível. Obrigado pela vossa adesão a este tópico e continuem a dar-lhe.

é lindo ler os teus post, nota.se perfeitamente a tua paixao pelo desporto!

um grande abraço e continua a curti.las!

senhor do bigode

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Re:Fico contente
« Responder #52 em: 16 de Abril de 2009, 11:58 »
É com imenso prazer que vejo que o desafio que lancei ao Actimel tem colhido várias participações e anda tão animado. Eu sabia que poderia ser um tópico útil porque, como muitos de vocês, ando por aí e vejo os kotas como eu e dar-lhe. Como alguns de vocês sabem tenho 46 anos e sou local do P.A. em Gaia. Surfo todo o ano e sempre que posso viajo à procura de ondas.
A primeira vez que fui para o mar (com muita vergonha minha) foi numa coisa bicuda com quilhas. Isto foi há mais de 20 anos atirado pelo meu irmão para Rocky point em cima duma spyder (shaped by roger). Não gostei da experiência e logo que pude adquiri o material de Bodyboard a um amigo desiludido com a modalidade. A minha primeira prancha foi uma Morey match 7.7 com a qual andei anos e que ainda há pouco tempo emprestava a quem queria aprender.
Por uma série de acasos quis a vida que não fosse possível manter a minha vontade de fazer ondas de forma regular. Em 94 estive a trabalhar na Madeira e de repente percebi que para além de um grupo de eleitos ainda ninguém tinha percebido a potencialidade da Ilha para o surf. Posso assim afirmar que devo ter sido dos primeiros (não o primeiro) a deslizar deitado numa pequena prancha nas ondas do Jardim do Mar; S, Vicente, muitas vezes em Porto da Cruz e até em Machico quando o mar estava grande na costa norte. Nessa altura o Alberto João ainda não tinha furado a ilha toda com auto-estradas e ir a S. Vicente ou ao Jardim do Mar demorava horas.
Passados esses tempos da Madeira em que evolui um pouco, sempre à minha custa, tive um novo interregno prolongado de mais un anos e só retomei a prática do Bodyboard no ano de 1999 quando regressei à minha terra Natal - Porto.  A início começei devagar e sempre sózinho. Só entrava na minha praia, era só bicudos, ninguém me dizia o que tinha de fazer e todos me sugeriam que passasse a descer ondas em pé. Aprendi por mim e com muitos erros mas comecei a gostar e a entrar cada vez mais vezes e em mar cada vez maior.
Comecei a viajar um pouco corri de novo as praias todas do país. Percebi que praias como a do Amado onde no início dos anos 90 não encontrei quase vivalma se tinham tornado infernais. Em 2005 fui ao Brasil - Nordeste e passei 7 dias a surfar de manhã à noite.
Entretanto começei também a surfar fora da minha praia P.A e a procurar soluções para surfar todo o ano. Nem que para isso tenha de entrar em Matosinhos naquela água suja. Comprei o meu primeiro 4.3 porque até ali surfava no Inverno com o meu velhinho Rip Curl 3.2 core. Começei também a mudar de prancha e foi quando pedi ajuda ao Marcio em Espinho que percebi que surfava com uma prancha 2 pontos acima do que eu preciso. Andava com uma 42 quando não preciso mais do que uma 40.
O meu surf começou a evoluir e começei a convencer amigos a entrar comigo. Agora somos mais que muitos e muitos entre os 30 e os 40 anos.
Também corro regularmente e alinho em corridas de amadores entre os 10.000 m e a meia maratona, mas a minha paixão é o Bodyboard e não preciso de vos contar as sensações que tenho tido por cá e por esse mundo fora. As melhores ondas da minha vida apanhei-as em Pasta Point - Maldivas, mas já tive sensações inexplicáveis em Portugal como surfar Silvalde ao fim da tarde com mais 2 amigos ondas perfeitas. Já toquei a placa do km zero em Theaupoo no Tahiti e já me perdi nos campos da cana de açucar para ir surfar perto de uma reserva de indios no Nordeste (Baia da Traição). Só vos posso dizer que o Bodyboard empresta à minha existência o que mais coisa nenhuma me pode dar nesta fase da minha vida.
Conto continuar a descer ondas até não mais me ser possível. Obrigado pela vossa adesão a este tópico e continuem a dar-lhe.


aqui está uma história de vida apaixonante

bemvindo meu irmão!

Offline (s)low rider

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Re:Geral!
« Responder #53 em: 16 de Abril de 2009, 15:46 »
mais uma vez, obrigado por tudo o que partilhas conosco. uma mais valia para este forum.

É um prazer partilhar convosco esta paixão comum

Offline luisjorge9

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Re:Geral!
« Responder #54 em: 27 de Abril de 2009, 21:34 »
Com estas palavras junto-me aos "maduros da espuma".
Maduro não é "caír de podre", mas sim ter começado com 12 no surf, largado alguns anos mais tarde para perseguir outros sonhos, e aos 32, depois de várias tentativas falhadas de me metêr novamente de pé na velhinha 6.2", e de têr comprado uma prancha de Body só para me ambientar de novo ao mar, percebêr que é deitado que tiro prazêr nas ondas, e que cada vêz que desço uma o meu coração dispara, e motiva-me para continuar esta batalha chamada vida.

Cumprimentos dentro e fora de água.
FUIIIIIIIIIIIIIIIII.............

Offline Balistiko

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Re:Geral!
« Responder #55 em: 04 de Maio de 2009, 16:24 »
é lindo ler os teus post, nota.se perfeitamente a tua paixao pelo desporto!

um grande abraço e continua a curti.las!

Faço das palavras do wipeout as minhas,realmente tu basta escreveres para se saber de imediato a enormissima paixão k tens por este desporto,eu ao ler consigo consigo sentir isso...

Da minha parte também vai um MUITO obrigado por partilhares as tuas experiências aki com a malta.

O bb precisava de mais pessoas como tu... :wink: :wink:
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Kpaloa

Offline (s)low rider

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Re:Geral!
« Responder #56 em: 04 de Maio de 2009, 18:02 »
Obrigado pelos vossos comentários.
keep riding

Offline Marayna

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Re:Geral!
« Responder #57 em: 05 de Agosto de 2009, 18:31 »
Oi!
Comecei a praticar há umas semanas, com 29 anos, casada e mãe de um bebé de qs 2 anos portanto creio que já me encaixo no perfil dos «Nunca é tarde».
De facto a idade traz-nos mts coisas e a responsabilidade, q pesa mt mais, traz-nos mais ainda... gostava de ter começado mais cedo, mais jovem, pq agora com um filho as nossas prioridades alteram radicalmente e entre arriscar surfar uma grande onda, andar ali aos papéis e arriscar a minha vida, e sair do mar ilesa e olhar para o meu filho a sorrir eu não hesito.
Parabéns ao fórum por este tópico.

Offline Wat3rBoy

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Re:Geral!
« Responder #58 em: 05 de Agosto de 2009, 19:10 »
Oi!
Comecei a praticar há umas semanas, com 29 anos, casada e mãe de um bebé de qs 2 anos portanto creio que já me encaixo no perfil dos «Nunca é tarde».
De facto a idade traz-nos mts coisas e a responsabilidade, q pesa mt mais, traz-nos mais ainda... gostava de ter começado mais cedo, mais jovem, pq agora com um filho as nossas prioridades alteram radicalmente e entre arriscar surfar uma grande onda, andar ali aos papéis e arriscar a minha vida, e sair do mar ilesa e olhar para o meu filho a sorrir eu não hesito.
Parabéns ao fórum por este tópico.


Eu com 31 anos e já casado ainda não tenho filhos, mas quando tiver.. a minha mulher já me disse que o bodyboard é para esquecer... :shocked:
Benvinda ao forum e a esta modalidade  :wink:

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Offline luisjorge9

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Re:Geral!
« Responder #59 em: 05 de Agosto de 2009, 20:52 »
Eu nesse caso não me ralo muito com o tamanho da onda, mas sim se saio da água a tempo de chegar a casa e fazêr a janta para o puto.
Eles estão sempre em primeiro da lista de prioridades, mas o chamamento do "é só mais uma onda e já vou andando" também é a dar para o irresistivel.
FUIIIIIIIIIIIIIIIII.............