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Entrevista com o Campeão Nacional de DropKnee

Entrevista com o Campeão Nacional de DropKnee

05 de Novembro de 2014 às 13h24

Tiago Pimentão é o novo Campeão Nacional de Dropknee, o primeiro da história do desporto em Portugal, título conseguido há pouco mais de uma semana. Com vista a darmos a conhecer à comunidade um pouco mais sobre o novo campeão decidimos colocar algumas questões em cima da mesa.

Campeão Nacional Dk. Que significado tem conquistar o título e ainda por cima logo o primeiro da história do bodyboard?
Para mim tem um grande significado, porque há muito que se pede para ter no nacional a categoria de Dropknee e sendo o primeiro sabe sempre bem ganhar. Fico muito contente, claro.

De uma forma geral, que achaste do circuito?
Bem, eu não sou de julgar muito as pessoas nem a maneira como fazem as coisas. Tenho a minha maneira de pensar e cada um tem a sua. Porém, penso que há pontos a melhorar, como em tudo. Em todos os campeonatos há sempre um ou outro aspeto que pode ser melhorado. De qualquer forma, o circuito foi bem disputado com grandes atletas de norte a sul a competir com grande nível, o que deu para dar um bom espetáculo.

A divisão Dk não teve grande adesão, mas parece-nos que tem pernas para andar. Que recado darias aos fãs do Dk que optaram por não marcar presença?
Percebo perfeitamente o porquê de muitos não terem participado este ano. O Dropknee é uma modalidade que nem toda gente faz e os que fazem são pessoas mais velhas, muitos deles com filhos e trabalhos. Devido a isso não puderam participar visto que algumas das provas foram durante a semana e não ao fim de semana como é habitual.

Quem gostarias de ver a correr o tour em 2015?
Eu gostaria de ver todos os que não puderam comparecer este ano. Temos grandes nomes, como o meu grande amigo e ídolo Nuno “Batata” Leitão, mas temos também o “Patachão”, David Rafachinho, João Onofre e o João André, entre outros, todos muito bons que andam por aí a partir tudo.

O estágio da Seleção Nacional em Peniche foi uma novidade. Estás esperançoso que possas agora vir a representar a nação no mundial do Chile?
Sim, o estágio foi uma boa novidade e andei bastante nervoso nesse dia para mostrar serviço e dar o meu melhor. A esperança é sempre a última a morrer, como todos sabem, e seria um orgulho poder representar o meu país em qualquer parte do mundo.

Que tipo de rider és?
Eu sou um rider completo, se é que posso usar este termo. Gosto de Dropknee, é verdade, DK4life, mas também gosto de mandar umas boas manobras em prone.

Quais são as tuas grandes referências no Dk?
A minha grande referência, como muitos sabem, é o meu mano “Batata”, mas desde puto que vejo filmes do Paul Roach a partir e foi desde aí que ganhei a loucura por fazer Dropknee. Gosto muito também do Dave Hubbard que é uma verdadeira máquina.

Para terminar, fala-nos um bocadinho de ti e de como começaste no bodyboard…
Bem, tenho 34 anos e agora estou a viver no Baleal, em Peniche. Faço bodyboard desde os meus 9-10 anos. Comecei no Dropknee com uma B-Max da praça, isto quando ainda vivia em Faro. Quando fui viver para o Meco já lá andava um bodyboarder em Dk, chamado Vasco Teixeira, que me viu a fazer altas ondas com a tal tábua da praça e fez ver à minha família que eu tinha talento e merecia ter uma prancha como deve ser. Foi aí que a minha grande irmã Sofia Pimentão agarrou no seu primeiro ordenado e comprou a minha primeira tábua. Fez-se luz, pois sem essa prancha não estaria com o nível que tenho andado a mostrar. Obrigado mana!

Via Vert Mag

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